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Iuris praecepta sunt haec: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere.

Ulpiano, Digesta 1.1.10.1;

Institutiones 1.1.3

São estes os preceitos do Direito: viver honestamente, não lesar o próximo, dar a cada um o que é seu.

Bem vindo ao meu Blog.
Neste mundo cada vez mais apertado de lugares e de idéias, acredito poder ser este um espaço para desabafos.
Espero ter a perseverança necessária para mantê-lo, e oferecer aos que o descobrem, incentivo para participar.
Sendo assim, sejam todos, mais uma vez, Bem Vindos!

A tempo: Se você é um chato, pouco bafejado pela natureza com Q.I., fanático por futebol, por Religião ou por qualquer outro tipo de limitação mental, acredito que este endereço não lhe seja muito simpático...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

MORTE MISTERIOSA É QUESTIONADA

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Ao descer do avião que o trazia da Bélgica, para onde mudou-se após sofrer perseguições no Brasil, o escritor Yves Hublet (72) foi algemado e preso pela Polícia Federal do Brasil, em Brasília/DF, e levado para o presídio. A acusação? ninguém sabe direito, mas uma das versões foi a de que por ser possuidor de duas armas não registradas, tornou-se "perigoso delinqüente" que, do alto dos seus 72 anos deveria ser preso. Certamente não haveremos de crer que este senhor tenha vindo da Bélgica armado, ou mesmo, tenha tomado algum avião de carreira no Brasil armado - pois a segurança doa Aeroportos, mesmo nesta terra PTupiniquim é severa. Portanto, questiona-se esta versão.
Ah! Desculpem pela falta de atenção, achando que brasileiro tem memória. Voce lembra quem era Yves Hublet? Ele é o cara que fez o que muita gente queria fazer: encher o Zé Dirceu de BENGALADAS em Brasília, Lembra agora?
Pois bem, depois deste episódio, este escritor de histórias infantis - e, segundo a atitude da Polícia Federal, "perigoso meliante"- teve de deixar o Brasil, como já disse, por ser perseguido pela bandalha governista.
Na seqüencia, após a sua prisão, poucos dias depois, morre e é cremado, sem maiores explicações, recebendo uma sua ex-namorada a singela explicação de que "morreu de câncer"na prisão....
Se somarmos esta misteriosa morte a já acontecida ao prefeito assassinado em São Paulo, o Celso Daniel - crime até hoje insolúvel - atribuído pela imprensa e pela família da vítima, a negócios escusos e brigas de quadrilha dentro do PT, deveremos ficar cada vez mais com "uma pulga atrás da orelha"...
Agora, projetemos estes fatos para o futuro: Imaginemos o pior. Imaginemos a vitoria da ex-bandoleira governamental nas próximas eleições, contando com a ajuda do Chavez, dos Castros, das FARC (segundo alguns). O que poderemos esperar para aqueles que discordarem dos seus métodos e comportamentos? Com certeza, o vingativo Zé Dirceu sairá do ostracismo, e com ele, virão os Delúbios da vida, em verdadeiros Dilúvios acabando com o que conhecemos como ordem.
Atentem também de que a imprensa não divulgou a morte do Yves, não questionou, e parece que nada aconteceu.
Stalin era muito bom nisto. Apagava de fotografias as presenças indesejáveis, e riscava seus nomes da História.
Será que é isso que queremos?
Transcrevemos abaixo artigo do Site do Senador Álvaro Dias, em seu Blog, e pedimos aos que vierem a ler estas noticias, que as divulguem entre seus contatos e questionem ... ENQUANTO PODEM!

REPRODUZIDO DO BLOG DO ALVARO DIAS

http://www.senadoralvarodias.com/noticias/visualizar/3018

· Alvaro Dias questiona circunstâncias da morte de Yves Hublet

· O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) questionou hoje em plenário as circunstâncias da morte do escritor curitibano Yves Hublet - conhecido como o "Homem da Bengala", por ter, em 2005, desferido bengaladas no então deputado José Dirceu, que estava sendo processado por envolvimento no mensalão. Hublet faleceu em Brasília no último dia 27 de julho, aos 72 anos.
Alvaro Dias informou que, segundo relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto, após o episódio da bengalada, Yves Hublet, escritor infanto-juvenil de fábulas ecológicas, enfrentou vários problemas no Brasil e mudou-se para a Bélgica, pois tinha dupla cidadania. Ele voltou em maio para Curitiba para discutir a publicação de um livro, e antes de retornar à Bélgica foi até Brasília. Segundo o editor, ao descer do avião, Hublet foi preso em Brasília e ficou incomunicável. No presídio teria adoecido e foi hospitalizado, sob escolta. Alegou-se que estava com câncer. Uma ex-namorada de Curitiba de nome Solange foi quem recebeu telefonema de Brasília comunicando o falecimento do Yves. O corpo teria sido cremado na capital federal.
"A autoridade tem que esclarecer a sociedade. Por que foi preso? Qual a razão dessa prisão? Em que circunstâncias ele veio a falecer? Isso não foi divulgado. Os relatos do seu editor e amigo fraterno situam, sem deixar dúvidas, que as circunstâncias que envolvem a morte de Yves precisam ser melhor esclarecidas.
Também manifesto solidariedade aos seus amigos e aos seus eventuais parentes que, porventura, estejam em Curitiba ou em qualquer parte desse País. O nosso mais profundo sentimento pelo falecimento de Yves", disse Alvaro Dias.
Yves foi fundador e presidente da Associação Cultural Paranaense de Autores Independentes por duas gestões. Foi fundador da União Brasileira de Escritores (seção Paraná) e seu primeiro presidente. Sua primeira obra, "Artes & Manhas do Mico-Leão" foi um sucesso de público e crítica tendo sido adotada nas escolas de todo o País. "Grande Guerra de Dona Baleia" e "Planeta Água" foram livros de sucesso entre outros igualmente adotados pelas grandes redes de ensino de Curitiba e Brasília.




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