Bem Vindo - Willkommen - Welcome - Bienvenido

Iuris praecepta sunt haec: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere.

Ulpiano, Digesta 1.1.10.1;

Institutiones 1.1.3

São estes os preceitos do Direito: viver honestamente, não lesar o próximo, dar a cada um o que é seu.

Bem vindo ao meu Blog.
Neste mundo cada vez mais apertado de lugares e de idéias, acredito poder ser este um espaço para desabafos.
Espero ter a perseverança necessária para mantê-lo, e oferecer aos que o descobrem, incentivo para participar.
Sendo assim, sejam todos, mais uma vez, Bem Vindos!

A tempo: Se você é um chato, pouco bafejado pela natureza com Q.I., fanático por futebol, por Religião ou por qualquer outro tipo de limitação mental, acredito que este endereço não lhe seja muito simpático...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ERA TUDO O QUE O DIABO QUERIA: HITLER REENCARNOU!

Imaginem vocês, alguém pagar um Plano de Saúde pela vida toda, um dia ficar velho, ter um câncer, e chegar a um ponto em que seu estado é terminal. Mas, apesar de ver a morte próxima, você ainda sente dor. Não pode se alimentar, mas sente fome e sede. Está com escaras (feridas causadas pela posição no leito), e necessita dos cuidados de um Hospital e/ou de um Home Care. De repente, descobre que uma tal Associação Brasileira de Medicina de Grupo através de uma "discussão Filosófica e Econômica", alimentado pela declaração do seu presidente de que eles, através do seu representante, um tal de Arlindo de Almeida, afirmam que não temem discussões polêmicas, e decidiram que você, que esta com um pé na cova, não será mais tratado. Tudo em nome da manutenção dos seus ganhos e de uma tal de racionalização.
Ademais, recebendo um provável suporte capenga e esquálido dos seus "jurídicos", ainda interpretam mal o que é a Ortotanásia - trazida à balia em recente Resolução do Conselho Federal de Medicina (Resolução 1805/06 do Conselho Federal de Medicina) - dando a entender que, quem tem doença incurável (vide o texto abaixo) também entra nesta dança. Ou seja: Cardiopata crônico: morrerá à míngua; Diabético: morrerá na míngua; Hipertenso: morrerá à míngua. Ou seja: querem mandar a todos os que não lhes derem lucros, simplesmente... à MERDA!
Será que eu estou ficando maluco, ou é isso mesmo? E vocês, se por acaso vierem a ler o que aqui está? vai ficar parado, esperando a sua vez? de os Conselhos de Medicina, a OAB, as Associações de Consumidores?
MOVIMENTEM-SE ANTES QUE A ÁGUA CHEGUE AO SEU NARIZ!

TRANSCRITO DO SITE "ESPAÇO VITAL" DE 11.08.2010

Planos de saúde querem suspender tratamento de doentes terminais

Data: 11.08.10

A Associação Brasileira de Medicina de Grupo se posicionou a favor da suspensão do tratamento para doentes terminais como forma de diminuir os reajustes nos valores dos planos de saúde, que atualmente estão acima da inflação.

O representante dos planos diz que a discussão precisa ser ampla e não teme idéias polêmicas para a redução de custos, como a cobrança de franquias, usadas em seguro de carros, e a suspensão de tratamento para doentes terminais ou sem chance de cura, a chamada ortotanásia. As informações são do Jornal da Globo, em sua edição de ontem (10) à noite.

"Nós temos que fazer uma racionalização dos custos da na área de saúde. A ortotanasia é possível, quer dizer, você não aplicar métodos que não melhorem, que não dêem qualidade de vida. Enfim, é uma discussão filosófica e econômica associada", diz o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, Arlindo de Almeida.

Órgãos de defesa do consumidor fizeram simulações e constataram que no futuro pode ficar impossível pagar os planos de saúde caso os preços continuem subindo como nos últimos dez anos.

Um consumidor de 30 anos que ganha R$ 3.000 paga hoje R$ 180,74 por um plano, e compromete 6% da renda. Se a inflação e os reajustes atuais forem mantidos, em 30 anos ele gastaria quase R$ 6.100 com o plano e comprometeria 54% da renda.

"Os planos de saúde estão subindo muito acima da inflação. Será impossível o consumidor manter o seu nível de vida e pagar o plano", diz a advogada do Idec, Daniela Trettel.

Procon e Idec participam das discussões que a Agência Nacional de Saúde está fazendo para mudar os cálculos de reajuste, mas temem o futuro. "É um consenso que o método de reajuste tem que mudar, mas ainda falta muita transparência na forma como mudanças vêm sendo conduzidas", afirma o diretor do Procon/SP, Roberto Pfeiffer.

O telejornal mostrou o exemplo da aposentada Iracema Ortega, que já vinha precisando da ajuda dos filhos para pagar o plano de saúde, mas ao fazer 71 anos a conta saltou de R$ 1.022 para R$ 1.430. "Quando eu vi não acreditei. Foram R$ 400 a mais".

O valor do plano só caiu para R$ 871 por força de uma liminar conseguida na Justiça. "A Justiça entende que pelo Estatuto do Idoso, as empresas não podem aumentar o preço do plano, pela faixa etária, depois dos 60 anos", afirma o advogado Julius César Conforti.


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