Bem Vindo - Willkommen - Welcome - Bienvenido

Iuris praecepta sunt haec: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere.

Ulpiano, Digesta 1.1.10.1;

Institutiones 1.1.3

São estes os preceitos do Direito: viver honestamente, não lesar o próximo, dar a cada um o que é seu.

Bem vindo ao meu Blog.
Neste mundo cada vez mais apertado de lugares e de idéias, acredito poder ser este um espaço para desabafos.
Espero ter a perseverança necessária para mantê-lo, e oferecer aos que o descobrem, incentivo para participar.
Sendo assim, sejam todos, mais uma vez, Bem Vindos!

A tempo: Se você é um chato, pouco bafejado pela natureza com Q.I., fanático por futebol, por Religião ou por qualquer outro tipo de limitação mental, acredito que este endereço não lhe seja muito simpático...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ELOGIO À VAGABUNDAGEM

Recebi mais uma colaboração do meu mano, Poeta-Advogado Luciano, que acho nestes dias decisórios para o futuro deste pobre país, deve levar a uma profunda reflexão.
Mais do que pertinente e oportuna, é um grande alerta de que chegada é a hora de nos livrarmos - pelo menos, parcialmente - desta bandalha que já nos assola por oito anos.

Abraços


ELOGIO À VAGABUNDAGEM


Eu tenho bronca do presidente, sim. Antes não tinha. Achava-o apenas sujo, mal lavado, ignorante, boçal, troglodita, inconveniente, atrevido, insolente, mentiroso etc. etc. etc., porém eu punha estas arestas na conta de sua biografia  e mudava de canal. Não conseguia compreender como nem por que a CNBB, a OAB e uma parte da imprensa incensavam aquela pessoa e a transformavam num mito. Quando estourou o caso LURIAN eu acrescentei no meu caderninho: irresponsável. Um dia Leonel Brizola, derrotado no primeiro turno de uma eleição presidencial, em face da ameaça da eleição de Collor, preconizou o voto útil e mandou que a militância do PDT tapasse o nariz e votasse no sapo barbudo. Eu era presidente do PDT de Uberlândia e admirava Brizola,  mas não consegui atender ao seu pedido. A caricatura do sapo barbudo ficou para sempre desenhada no seu portfolio político. Indelével. Num País de grandes oradores políticos, aquele exaltado cidadão era apenas um ator da comédia bufa que sabia de cor  duas ou três frases de efeito. A informação “aposentado por invalidez” por causa do dedo mindinho sempre me pareceu intriga da direita e eu nunca a apurei. Apenas anotei no meu caderninho, mais uma vez, o fato curioso de ele estar sempre desocupado. Eu havia repassado 300 alunos por dia, dobrando turno na escola estadual de MG, durante 32 anos, para chegar a uma aposentadoria menor do que um salário mínimo. De onde saíra aquele Messias fabricado?

O tempo não só confirmou o que eu pensava como, infelizmente, acrescentou outras considerações desabonadoras. Investido do cargo e dos poderes inerentes e decorrentes do cargo, ele botou as unhas de fora e se revelou por inteiro. Lerdo, esquecido, cego, mudo, mal acompanhado, arrogante, intrometido, globe-trotter contumaz e exigente, inconveniente, inoportuno, desrespeitoso, metido a engraçado, mal assessorado nos assuntos internos e externos, ele foi dizendo patacoadas que caíram na alma da gigantesca camada de brasileiros e brasileiras pobres de grana e pobres de espírito. Estes cidadãos, das camadas de E a Z, se contentaram com cestas, bolsas, vales, tíquetes, esmolas, enfeitadas com bandeiras, marchas messiânicas, quebra-quebra, invasões, saques, desordem generalizada. O cargo lhe deu imunidade e impunidade e ele, generoso, repassou estes benefícios aos desordeiros e aos amigos mais próximos.

Estamos vivendo tempos modernos, preocupantes. Nos últimos cinco anos eu, que não sou ninguém no contexto nacional, viúva, acumulo treze BOs  (Boletins de Ocorrência Policial ) com registro de assaltos a mão armada e grandes prejuízos materiais na minha pequena fazenda em Uberlândia, onde resido. Pago/jogo fora, mais de 50% do movimento da minha atividade, para cumprir as exigências da escorchante carga tributária do atual governo. Eu era classe média, agora não sei mais o que sou. E, o que é pior, não tenho sossego para viver nem trabalhar. Nem eu nem meus companheiros de atividade agropecuária. Em nome da reforma agrária uma grande baderna tomou conta da zona rural e ensejou a formação de gangues intocáveis, mantidas com rubricas polpudas de dinheiro público. O documento cartorial de propriedade privada perdeu a validade. O governo inventou índices inatingíveis de produtividade para configurar a improdutividade da terra e justificar o vandalismo dos seus apaniguados. E deixou a abóbora alastrar.

A corte da saparia coacha alto, voa pelo mundo numa suntuosa aeronave presidencial, mete a colher de pau onde não foi chamada, conta piada, faz sucesso no exterior, entretanto não sabe qual é o estoque regulador de alimentos de que dispomos. Não é capaz de mapear a produção. Não nos garante preço mínimo. Não cuida das estradas nem dos portos e aeroportos e vende mal nossas super safras de tudo, nossos minérios, nossos  quilowatts de energia hidrelétrica limpa e não renovável.

Nos últimos anos o Brasil conheceu a desesperadora realidade do desemprego. Chegamos a crescer abaixo de ZERO. Quem estava empregado, caiu na informalidade. As estradas estão repletas de acampamentos de sem-terra. Invadem à-toa, apenas para vender aquele chão que nada lhes custou e depois invadir outra propriedade, para vendê-la também. É a Imobiliária MST-MLST, especialista em assentamento improdutivo, parceira e tutelada pelo INCRA desde a primeira invasão. São párias sociais, abandonados. Sem agrônomos, sem sementes, sem mandalas, sem carteira assinada, sem financiamento, vivendo de bicos e de pequenos delitos na vizinhança. Nas horas vagas engrossando o contingente de invasores em novas propriedades. Eu nunca ouvi o presidente dizer uma palavra a respeito desta conflagração nacional.

Neste momento a carteira de trabalho se tornou dispensável no Brasil, sabe por quê? Porque o emprego estável prejudica o recebimento da bolsa-esmola. O presidente milagroso catapultou 34 milhões (?) de miseráveis e, com dez quilos de arroz e um quilo de fubá, os instalou na classe média. Agora a candidata chapa-branca promete erradicar o restante da pobreza em quatro anos. É um delírio!

São oito anos de caos moral e ético no País. Nada completamente novo, que o Brasil nunca tivesse praticado. Aliás nossa história política tem raros momentos de decência e escassos cidadãos ilibados. O fato novo é a escancarada intervenção do presidente em defesa de sua gangue, vociferando contra a imprensa, a justiça, o congresso, a Constituição, a sociedade civil organizada. E agora, no apagar das luzes, ei-lo travestido de garoto-propaganda em tempo integral, usando com naturalidade todos os mecanismos do governo para empurrar goela abaixo uma candidata que não tem luz própria, nem é petista, que ouviu a galinha cantar, mas não sabe cadê o ovo. Uma gordinha inimiga das instituições desde quando era de-menor. Bonitinha, é verdade, mas beleza não põe mesa.

Uma campanha messiânica começa a rotular a pupila do Sr. Presidente com o codinome de MÃE. Aí já é demais! O desconfiômetro deles pulou a janela e virou a esquina. Nem daqui a 50 anos o Brasil conseguirá limpar da alma do nosso povo esta nódoa maligna de conformismo raivoso e vingativo que o sapo barbudo impingiu na alma das camadas E a Z. Alguém deles leu O PRÍNCIPE, de Maquiavel. Com certeza.

Antes havia pobres por aqui. Milhares. Miseráveis. Porém eles aspiravam a uma superação pessoal. Hoje eles se acomodaram, cruzaram os braços. Esperam que tudo lhes caia do céu. As cotas universitárias revitalizaram o apartheid. Ao invés de injetar recurso no ensino público, a máquina de sedução que vira voto criou o PRO UNI e fez proliferar as faculdades medíocres. Num país sem planejamento familiar, a juventude superlota os presídios. A guerra fratricida faz trincheira em cada esquina. A classe A levanta as muralhas de seus condomínios fechados. A classe média paga imposto deduzido na fonte, tem plano de saúde e previdência privada. Viver ficou perigoso demais. Caro demais. O resto são 70% de brasileiros e brasileiras ingênuos que caíram no mais moderno conto do vigário: o do marketing político institucional. A estes lhes bastam, hoje, como na Roma Antiga, migalhas de pão e algum futebol, já que o  circo também morreu.  

Brizola jamais poderia suspeitar que ele faria do caçador de marajás seu líder no senado. Que o tesouro nacional acumularia montanhas de dólares obtidos de alíquotas e das taxas de juros mais altas do mundo. Hoje eles se acomodaram. Que a rede bancária nacional e internacional iriam ao paraíso. Que a poupança renderia 0,65%  e os cartões de crédito chegariam a cobrar 12% ao mês, capitalizados, claro, o que dá nada menos de 389,59% ao ano...Quando menor a renda do financiado, maior o percentual de juros cobrado. O acesso da classe mais baixa ao crédito, portanto, só fez por aumentar os lucros fabulosos das financeiras, administradoras de crédito e demais sócios do clube da agiotagem consentida pelo poderoso goiano Meireles e seu Banco Central.

Cinqüenta anos para consertar esta mentira política talvez não sejam suficientes. Por tudo isto é que no dia 31 de outubro temos que comparecer em nossa sessão eleitoral e dizer um rotundo NÃO ao sapo barbudo. Se não for para ganhar a eleição, que seja para saber com certeza quantos somos, nós, que não perdemos a lucidez nem caímos no conto do vigário apregoado por um sapo que virou príncipe e que, de dentro do seu palácio e da sua nave espacial ultra sofisticada, fez, despudoradamente, dia após dia durante oito anos, o ELOGIO DA VAGABUNDAGEM.

Martha de Freitas Azevedo Pannunzio – CPF 394172806-78 - Uberlândia, 30/set../2010

domingo, 24 de outubro de 2010

ÚLTIMOS ESFORÇOS EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Amigos,


VISITEM, ASSINEM, DIVULGUEM
(ENQUANTO PODEM!!)

http://www.defesadademocracia.com.br/

ABRAÇOS.

QUEDA LIVRE

Amigos,


Aos poucos que lêem e acompanham esse Blog, gostaria de agradecer àqueles que incentivaram, acompanharam, criticaram e enfim, democraticamente expuseram as suas idéias e pensamentos nestes tempos de campanha.
Certamente, este Blog não deixará de existir, e pretendo continuá-lo, com ou sem campanhas. O Brasil é muito grande e complexo, para que deixemos de escrever sobre ele, e nos dediquemos apenas a analisar e encetar esforços durante uma campanha presidencial que termina na contenda entre um ser humano , neste caso, o José Serra, e um títere de um bando de canalhas cuja meta é manter-se  no poder e escapar à polícia.
Posições políticas à parte, paixões eleitorais á parte, acho que, diferentemente daqueles que pensam que seja lá quem for eleito, nos representará, acho que desta vez o Brasil sairá definitivamente dividido. Perigosamente dividido, seja lá quem ganhe.
Ganhando o Serra, acho que ele enfrentará uma oposição fisiológica e perigosa, capaz de vender a alma ao diabo (e, pior: entregá-la), tudo em nome do poder e da manutenção dos privilégios.
Cedendo a isto, ele trairá àqueles que nele depositaram sua confiança. Não cedendo, terá inúmeras dificuldades e atropelos, a não ser que venha diretamente ao povo, e denuncie todas as manobras, chantagens, compras e dificuldades que o bando dos derrotados lhe impõem. Terá coragem para isso? Não sei.
Caso o desastre nos alcance, e a teratologia representada pela candidata do molusco o suceda, tambem haverá uma cisão. Ao contrário do que lí, escrito por um querido  amigo e, para  minha surpresa, seguidor do molusco, não haverá mais lugar para uma passiva aceitação.
Não há mais lugar para a aceitação simples e pacífica de uma imposição da esquerda irresponsável e venal se esta eleger a candidata do planalto.
A oposição a ela será rígida, irrestrita, contínua, diuturna, responsável e sem tréguas. Não haverá um segundo de descanso para que possam ser cometidos erros sem resposta, e haverá mais e mais denúncias internas e externas, movimentando o cenário internacional e tambem as cortes internacionais sobre todos os movimentos e posições que seu governo terá. 
Pode ser aparentemente pouco, mas sobrará pouco tempo para governar, para aquele que tenha de se explicar a todo o instante.
E sobre o apelo do Espírito Democrático em aceitar a vontade da maioria?
Descabe tal apelo, quando este espírito se vê distorcido pelo uso da máquina Estatal, insistente e sem medidas, na campanha eleitoral que presenciamos. Descabe quando assistimos um presidente da república incitar as multidões na prática da violência, e ao desrespeito às liberdades democráticas do exercício da oposição. Descabe quando assistimos ao presidente comprar votos usando o erário público, sob o disfarce de bolsas, disso e daquilo, em uma medida jamais vista.
Já dissemos e repetimos: Não há como lutar pelas regras, com quem não tem regras.
A dona dilma e seus asseclas, há décadas, sabem disto. 
Será que eles pensavam que esta posição, de luta sem quartel,  só serviria para um lado?
Não será necessário, nestes novos tempos, imitar os erros realizados no passado, assaltando bancos e roubando cofres de amantes de governadores, para realizar uma oposição sem quartel a tais pessoas.
Não há momento histórico nem internacional para isto. Mas sempre existem maneiras de se contrapor a governos cuja meta é a de entregar o país nas mãos de aventureiros e tiranos como hugo chávez e seu bando,  ávidos para estender suas ações terroristas américa latina afora. Aqui, com a ajuda da dilma.
Enfim, como já disse, seja lá quem for o vencedor, será como que uma vitória de Pirro.
Como o título sugere, estamos em queda livre, e em sete dias, temos de puxar o cordel do para quedas, e seja o que Deus quiser.
Apenas para ajudar a discernir quem será o melhor candidato, colocamos o vídeo abaixo, para que sintam o grau de incertezas que pairam sobre a candidata do planalto.
Abraços a todos, e boa semana, e que Deus nos ajude!



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

MOLECAGENS OFICIAIS

Não satisfeito com a molecagem de impingir ao povo brasileiro a candidatura de uma bandoleira e sequestradora, o molusco ocupante da atual presidência do Brasil, do alto da sua ignorância nata e incorrigível, ainda incita a população a praticar agressões físicas ao candidato que lhe faz oposição.
Se alguem tinha dúvidas de como será regido o Brasil caso venhamos a ter o azar de eleger a "esquentadora de cadeira" do tal molusco, estaremos metidos em uma camisa de onze varas.
O papel de um Presidente da República, confunde-se com o papel do Estadista. Ambos devem ser escritos em maiúsculas. Em primeiro lugar, o Presidente, em respeito a quem discorda da sua condução de governo e das suas idéias  não deveria participar ativamente de campanhas eleitorais. O porque disso, salta aos olhos. Querendo ou não, o Presidente deveria ser de todos os brasileiros, e não só da bandalha do seu partido. Dessa forma, em respeito aos discordantes, que também pagam impostos e que não são acariciados com as benesses do seu governo, sucumbem duplamente quando este tipo de comportamento presidencial é a tônica durante uma campanha eleitoral.
Em segundo lugar, o Presidente quando assim aje, esta utilizando-se da máquina governamental nas suas viagens, pagas com dinheiro do erário, para fazedr comícios e projetar a sua candidata.
A desculpa de que as viagens oficiais apenas coincidem com as da agenda da candidata, e servem para inaugurar obras do governo federal, poderá apenas enganar aos que foram supridos com dois neurônios, e que fazem coro com os desejos do molusco.
Para os demais, medianamente inteligentes, a até para os bordelines, tal descaramento não convence.
Por fim, a agressão física à la chavez - o sargentão maluco, safado e ladrão que tomou assento na Venezuela, e que é um dos amigos do peito da bandalha petista - ainda é incentivada pelo molusco, impingindo a culpa pela agressão ao agredido.
Estamos em uma encruzilhada. E, se a moda pega, daqui pra frente vamos ter nas ruas os oposicionistas agredidos e patrulhados, com as bençãos do governo federal.


domingo, 17 de outubro de 2010

HÉLIO BICUDO VOTA SERRA

Amigos,
Neste preâmbulo do segundo turno, assisti com tristeza a pessoas, conhecidas, amigas, descerrarem o véu das aparências e mostrarem sua cara. Confesso a decepção com o que ví.
Antes, me fosse dada a ignorância dos fatos, pois, como meu sábio avô, o matuto Vitalino dizia, "meu filho: a ignorância é a mãe da felicidade!"
Mais uma vez, repito, que não acho ser o Serra o "salvador da pátria", mas, como em tudo, em se pesando custo-benefício, sobra mais para o lado do benefício.
Pelo menos, até agora, não se conhece nenhuma formação de quadrilha por parte dele. Ele não se associou aos sarney, ao collor, a erenice guerra, ao zé dirceu e a tantos outros a quem este desgoverno liderado pelo popular molusco lula protagonizou até este momento. 
Esta bandoleira levada por ele à condição de candidata oficial, nos moldes da Coréia do Norte, é a representação do continuísmo e da bandidagem oficial cuja sede momentânea, é o Palácio do Planalto.
Pessoas qualificadas são levadas pela emoção (?) a gritar a plenos pulmões a miragem da candidata como sendo não apenas uma escolha, mas "a" escolha.
O dia se aproxima, e a sensação de caminhar com uma tocha dentro de uma fábrica de fogos, nunca foi tão grande!
Vamos ver o que os apologistas do apocalipse dilma dirão frente a declaração de outro dos maiores Juristas do País, e melhor: um dos fundadores do pt.
Abraços e boa semana!




VOTE NA DILMA!!!

Amigos,

Disse uma ministra do pt, que diante do caos (no caso, entre outros caos que vivemos no desgoverno do pt, o caos aéreo) que as pessoas devem "relaxar e gozar".
Não é um conselho digno do cargo de Ministro, mas, partindo de uma petista, o que se deve esperar?
Enfim, diante da iniquidade propalada e assumida pelos petistas e seus asseclas, nada melhor que ter a postura do Arnaldo Jabor, que aqui reproduzo. (Colaboração: A.P.O.S.)




VOTE NA DILMA 
por Arnaldo Jabor
 VOTE NA DILMA !
As promoções da época!
Vote na Dilma e ganhe, inteiramente gratis, um José Sarney de presente agregado ao Michel Temmer.
Mas não é só isso, votando na Dilma você também leva, inteiramente grátis (GRÁTIS???) um Fernando Collor de presente.
Não pense que a promoção termina aqui.
Votando na Dilma você também ganha, inteiramente grátis, um Renan Calheiros e um Jader Barbalho.
Mas atenção: se você votar na Dilma, também ganhará uma Roseana Sarney no Maranhão, uma Ideli Salvati em Santa Catarina e uma Martha Suplício em S. Paulo.
Ligue já para a Dirceu-Shop, e ganhe este maravilhoso pacote de presente: Dilma, Collor, Sarney pai, Sarney filho, Roseana Sarney, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, e muito, muito mais, com um único voto.
E tem mais, você também leva inteiramente grátis, bonequinhos do Chavez, do Evo Morales, do Fidel Castro ao lado do Raul Castro, do Ahmadinejad, do Hammas e uma foto autografada das FARC?s da Colombia.
Isso sem falar no poster inteiramente grátis dos líderes dos bandidos "Sem Terra", Pedro Stedile e José Rainha, além do Minc com uniforme de guerrilheiro e sequestrador.
Ganhe, ainda, sem concurso, uma leva de deputados especialistas em mensalinhos e mensalões. E mais: ganhe curso intensivo de como esconder dinheiro na cueca, na meia, na bolsa ..., ministrado por Marcos Valério e José Adalberto Vieira da Silva e José Nobre Guimarães.
Tudo isto e muito mais!
 
TSE retira comentário do Arnaldo Jabor do Site da CBN
 
Leia o comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo:
'A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lula' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

EM NOME DA DEMOCRACIA. ALERTA DE IVES GANDRA MARTINS

Aproxima-se a data das eleições em segundo turno - e que, como cidadão espero não sejam as últimas.
O  porque desta apreensão, é auto-explicável, bastando para isso, assistir ao vídeo abaixo, e ouvir um dos maiores Juristas vivos: Ives Gandra Martins.
Depois disso, tenho ainda de tentar convencer alguém?

DIVULGUEM! (ENQUANTO PODEM....)